O tal pirata nos levou até uma cabana. Ele me disse para entrar e eu o obedeci.
-Ei! - disse eu- Você tem armas!
-É.
-Você luta?
-Sim. Sou um assassino.
Fiquei espantado. Estava conversando com um pirata e ao mesmo tempo com um assassino. Eu fiquei com medo dele me matar, mesmo não tendo feito nada de errado. Perguntei:
-Você trabalha pra alguém?
-Para muita gente. Também faço parte da Ordem dos Assassinos.
-Uau! Quero entrar para essa ordem também!
-Você é muito novo.
-Já estou na hora de abandonar minha família.
-Tudo bem, então. Vamos para o Gralha!
Gralha era o nome de seu navio. Só fiquei sabendo disso depois de embarcar no navio. Eu conheci melhor o Assassino, e também a sua tripulação.
-Soltai cada centímetro de vela! - gritou Edward.
O Gralha saiu de Havana, e foi para a Grande Inagua. Lá, desembarquei junto com Edward e fui até o esconderijo. Que era uma mansão! Edward me levou até uma sala em que se localizava todas as suas vestimentas. Ele abriu um baú, e lá estavam as vestimentas. Ele me ofereceu alguma delas, e em troca eu seria um pirata junto com ele.
-Desculpe, gostei de todas elas mas não aceito. Farei uma para demonstrar minha personalidade própria.
-Imaginei que diria isso. Vou te dar um tempo para fazer sua roupa.
Eu saí do esconderijo e fui diretamente para a cidade, para comprar tecido. um tecido branco de 2 metros custava 30 R. Por sorte, eu tinha 70. O que me permitiria comprar tecido vermelho e azul e pagar o costureiro. Eu comprei mais tecido: 1 metro de tecido marrom e 1 metro de vermelho.
Fui para um armazém geral costurar minha roupa. Eu tinha conseguido mais 100 R trabalhando, o que daria dinheiro para pagar o costureiro e ainda iria sobrar.
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